Conheça os carros que mais desvalorizam no mercado brasileiro - XMultas Blog

Uma das questões mais relevantes para quem adquire um veículo novo é o quanto ele estará valendo a menos daqui a um ano. Afinal, é muito comum que os proprietários desejem trocar seus carros por um modelo mais novo após um tempo.

Para que você não erre em sua escolha, criamos uma lista com os 20 carros que mais desvalorizam no mercado nacional. Confira!

 

20. Peugeot 3008

Apesar das características luxuosas desse SUV da marca francesa, ele entra em vigésimo lugar entre os carros que mais desvalorizam no mercado brasileiro. Em um ano, o Peugeot 3008 chega a custar 16% menos do que o seu valor original.

Essa desvalorização talvez se justifique pelo fato de esse carro ser um projeto relativamente novo e ainda não ter caído totalmente no gosto dos brasileiros, que se mantêm conservadores quanto à preferência pelos concorrentes na mesma faixa de valor.

 

19. Hyundai Azera

Apesar de a Hyundai fazer bastante sucesso com os seus veículos de menor valor, o sedan Azera ainda não é tido como um dos preferidos por quem deseja um sedan de luxo, apesar de já estar há algum tempo no mercado brasileiro.

A desvalorização de 16% se justifica por seu alto valor de compra, pelo preço das manutenções programadas para o carro e também pela falta de apelo comercial desse belo veículo.

 

18. Mitsubishi L200

A Hilux da Toyota e outros lançamentos mais recentes, como a Toro da Fiat, ainda ganham com folga a disputa pela preferência dos brasileiros. Isso faz com que a L200, um veículo considerado mais apropriado para terrenos acidentados, tenha um nicho de interessados muito específico, o que faz com que essa pick-up valha 16% a menos após um ano de adquirida.

 

17. Lifan X60

Entre os SUVs disponíveis no mercado nacional, o Lifan X60 possui um dos valores de venda mais atraentes. Mas por que a desvalorização de 16,1% após um ano? A questão é que os veículos chineses ainda enfrentam a desconfiança dos consumidores em função do acabamento e da reposição de peças, o que tende a melhorar com o passar dos anos.

 

16. Kia Cerato

Em um segmento no qual existem o Toyota Corolla e o Honda Civic, fica difícil para qualquer fabricante fazer com que seus sedans médios se destaquem. Esse é o caso da Kia, que ainda tenta fazer com que a marca seja mais conhecida e mais bem-aceita no Brasil. Isso justifica a dificuldade em revender o Kia Cerato. Sua desvalorização chega a 16,2% após um ano.

 

15. Hyundai Tucson

O Tucson já foi um dos SUVs mais queridos do brasileiro, mas hoje apresenta um visual um pouco “cansado”. Isso faz com que ele integre a lista dos carros que mais desvalorizam no Brasil, com uma diferença que atinge os 16,3% depois de um ano de usado. A nova versão do SUV, bastante repaginada, deve contribuir para tirar o Tucson desta lista em algum tempo.

 

14. Ford Ecosport

O Ecosport é um verdadeiro campeão de vendas da Ford, dado o valor baixo em comparação com seus concorrentes no segmento. Mas o IPVA e o seguro alto, além da questão do valor da manutenção do SUV, acabam fazendo com que seja difícil revendê-lo. 16,4% é o que ele desvaloriza em média após um ano de adquirido. Outro fator que interfere consideravelmente no valor de revenda do Ecosport são suas constantes mudanças de visual.

 

13. Volkswagen Amarok

A pick-up Amarok é um veículo forte e seguro, segundo seus proprietários, mas como a montadora alemã ainda não possui no Brasil uma tradição consolidada em se tratando de veículos grandes, a questão da revenda fica comprometida, fazendo com que a Amarok se desvalorize cerca de 16,4% após o primeiro ano.

 

12. Dodge Journey

Trata-se de um dos veículos mais confortáveis e luxuosos dessa subsidiária do Grupo Fiat, mas o valor de mercado não ajuda muito esse SUV. Justamente por ser vendido nas concessionárias por um valor considerado alto para o segmento, ele se desvaloriza em seu primeiro ano em 16,5%, aproximadamente. Junte isso aos valores de tributos, manutenção de veículo importado e outros fatores que inviabilizam a aquisição de um modelo usado de Journey.

 

11. Jeep Cherokee

O caso do Cherokee parece ser o mesmo do Journey. Apesar de ser o sonho de consumo de muitas pessoas, os valores envolvidos acabam tornando difícil que alguém prefira adquirir um veículo desses usado do que um novo no mesmo segmento por um valor similar. Dessa forma, o mercado acaba regulando de uma forma bem depreciativa o valor de revenda do veículo: 16,7% a menos do que o preço de um novo após um ano.

 

10. Chevrolet Tracker

Junte um mercado cheio de SUVs bem vendidos, como o HRV, Renegade, Duster, entre outros, com um veículo com uma aparência “antiquada” diante de seus concorrentes. É nisso é que a Chevrolet tem errado com o Tracker, que hoje em dia é um veículo quase esquecido entre quem busca um carro maior. Isso dificulta bastante sua revenda. 16,7% é quanto ele custa a menos após um ano que saiu da concessionária.

 

9. Nissan Frontier

A desvalorização da Nissan Frontier nos primeiros anos se justifica pela aceitação mais modesta do seu público-alvo, em comparação com concorrentes como a S10, Hilux, e até mesmo a L200. No primeiro ano ela se desvaloriza em aproximadamente 16,9% e chega a se depreciar também em quase 7% no segundo.

 

8. Hyundai Grand Santa Fé

Outro veículo que sofre com a concorrência do mercado de SUVs. Com dificuldade de entrar na “panelinha” dos mais vendidos, o Santa Fé perde 17,6% do seu valor logo no primeiro ano, apesar de ser um ótimo carro.

 

7. BMW Série 5

Aqui nesse caso a conta também é bem simples: alto valor de mercado, veículo importado, encargos tributários e de manutenção caros é igual a grande desvalorização após um ano de vendido. 18,1% é a sua taxa média de desvalorização. 

 

6. Citroën Aircross

Erroneamente, o brasileiro ainda tem seus resquícios de desconfiança quanto à reposição de peças dos veículos franceses. O Aircross, ainda por cima, precisa lidar com o problema de ser um SUV em um mercado no qual os consumidores já escolheram seus preferidos e não indicam a intenção de alterar suas preferências tão cedo. 18,6% é sua taxa média de desvalorização após um ano.

 

5. Chery Celer

Lembra do que falamos do Kia Cerato? Além dos problemas com a concorrência, o Celer ainda pena com a desconfiança nos veículos vindos de fabricantes da China. Após um ano, dificilmente você conseguirá vendê-lo com menos de 18,9% de desvalorização.

 

4. Chevrolet Cobalt

A desvalorização de 19,1% após o primeiro ano deve ser um índice a cair futuramente para o caso específico do Chevrolet Cobalt. A fabricante americana errou consideravelmente no posicionamento do veículo para o segmento, além do design — que em nada agradava boa parte dos brasileiros em seus primeiros modelos.

 

3. Citroën C4 Lounge

É aquela velha história da questão do valor de mercado, tributos, manutenção e desconfianças envolvidas. O proprietário de um C4 Lounge que não deseja se “casar” com o veículo deverá estar disposto a perder 20,1% do seu valor em seu primeiro ano.

 

2. Hyundai Elantra

Tirando a questão da confiabilidade, e por um pequeno valor a menos, a situação do Elantra é idêntica a do C4 Lounge e de outros sedans médios citados no post. Ele chega a perder impressionantes 20,3% de seu valor após um ano de adquirido.

 

1. Jac J3 Turim

Não precisa explicar muito, não é? Em um mercado em que existem veículos como Siena, Voyage, Honda City, Nissan Versa e diversas outras opções, é realmente difícil encontrar quem realmente deseja comprar um sedan compacto chinês. Adquira um hoje e o venda 21,1% mais barato em um ano, o que faz do J3 Turim o campeão entre os carros que mais desvalorizam no mercado brasileiro.

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tags: mercado automotivo, carros, desvalorização, tabela fipe, xmultas


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