Gestão de riscos: o que é e como evitar erros na sua empresa? - XMultas Blog

A gestão de riscos é uma pauta indispensável em qualquer empresa. Isso porque, ao ignorar os problemas que rondam o processo operacional, se torna complicado criar estratégias para preservar os bons resultados. Mas se você não tem a menor ideia de como fazer esse tipo de monitoramento, fique tranquilo!

O segredo está em apostar alto na combinação de planejamento com conhecimento detalhado sobre o negócio. Assim, todos os setores conseguem se preparar para as ameaças do mundo corporativo de maneira confiante e sem descuidar da qualidade do serviço oferecido.

Quer saber mais? Vamos mostrar um verdadeiro guia sobre como fazer o controle adequado dos riscos. Acompanhe:

1. Entenda o que é a gestão de riscos

Só quem lida com o dia a dia de uma empresa sabe a quantidade de problemas que podem surgir. São questões de gerenciamento financeiro, segurança de funcionários, negociações e cuidados com a imagem no mercado.

Entretanto, quando o operacional envolve uma frota comercial, a situação merece ainda mais atenção, já que muitas crises costumam surgir a partir de acidentes de trânsito ou custos altos com débitos veiculares.

Por conta disso, a gestão de riscos se torna indispensável para identificar todas as ameaças em torno do seu negócio. Saiba que, na prática, se trata de uma terminologia relacionada a um conjunto de estratégias que atuam tanto na prevenção quanto na solução de perdas materiais e humanas.

Ou seja, trabalhar com esse tipo de recurso faz toda a diferença no momento de buscar melhorias no serviço oferecido de modo geral. O mais importante é ter consciência de que o processo deve ser aplicado de forma contínua como uma norma natural das obrigações administrativas.

Chances de imprevistos

Mesmo que você seja muito cuidadoso com o cronograma operacional, sua empresa sempre estará sujeita a passar por imprevistos. Como o próprio nome diz, essas situações não são antevistas e costumam ser inevitáveis. Logo, o que faz mesmo diferença é investir na preparação para encontrar as melhores saídas durante uma crise.

Saiba que os principais players de mercado já compreenderam a importância de identificar potenciais problemas com antecedência. Afinal de contas, hoje em dia, qualquer insatisfação dos clientes ganha repercussão rápida nas redes sociais.

Diante disso, entre as suas principais obrigações deve estar conhecer bem todos os detalhes do funcionamento do negócio. Pois com uma visão ampla, fica muito mais simples mensurar os possíveis riscos e criar soluções inteligentes que preservam e reafirmam o compromisso junto aos clientes.

Negligência na frota comercial

Ainda que você conte com uma equipe experiente no trânsito, os ricos na frota comercial precisam ser detalhados frequentemente. A razão disso é que, em casos de problemas graves nesse setor da empresa, se torna evidente o descuido da gestão com um ponto tão delicado como segurança.

Pense bem! Se um dos motoristas é responsável por um acidente com vítimas fatais e fique comprovado a negligência da gestão em fornecer recursos básicos, o problema recai sobre a empresa. Logo, outras instituições do segmento, com certeza, vão se antecipar ao cenário para evitar ter o nome associado aos seus serviços.

Processo de recrutamento

Na prática, você precisa compreender que o ponto-chave de mensurar as ameaças está em preservar o que existe de mais valioso: a boa imagem no mercado. A partir disso, tenha em mente que o gerenciamento de riscos começa já na contratação do time de colaboradores.

Um processo seletivo de motoristas bem elaborado pode te ajudar a reduzir gastos pelo não cumprimento das regras ou danos ao patrimônio com acidentes. Além disso, existe ainda a chance de problemas pela falta de comprometimento.

Mesmo que pareça fácil solucionar essas questões com demissão, é importante ressaltar que a alta rotatividade de funcionários também prejudica a operação em longo prazo.

Transporte de cargas

Outro ponto que deve ser levado em consideração é o prejuízo interligado à perda de cargas transportadas por motoristas da frota. Normalmente, em qualquer tipo de nicho, os veículos corporativos saem carregados o máximo possível com a intenção de otimizar o cronograma de entregas.

Por esse motivo, a gestão de risco deve ter um ponto específico sobre os perigos de danos aos produtos diante de acidentes ou exceder o limite de velocidade, falta de cuidado no manuseio ou, até mesmo, perda da carga em assaltos.

Manutenção dos veículos

Com a correria da rotina de trabalho, muitos gestores podem deixar as obrigações do calendário de manutenção passar em branco. O grande problema, nesse caso, é que o efeito dominó de negligenciar os reparos acaba alcançando todos os outros setores da empresa.

Em resumo, com falhas mecânicas, os carros ficam sem circular e interrompem o ciclo operacional que se transforma automaticamente em perda de dinheiro. Sem contar que diante da ausência de uma vistoria frequente, a empresa ainda coloca a segurança dos colabores em risco por aumentar as chances de colisões.

Queda na produtividade

Dentro de um ambiente corporativo, diversos fatores podem ocasionar a queda de produtividade dos funcionários. Em uma frota comercial, por exemplo, os problemas vão desde a logística traçada nas entregas até a falta de descanso adequada.

Nesse cenário, o excesso de sono ao volante tende a dobrar o tempo de deslocamento e, em alguns casos, se torna tão perigoso quanto dirigir após consumir álcool. O mais importante é enxergar os membros da equipe como pessoas aptas a falhar a qualquer momento.

Sendo assim, esses erros precisam ser contabilizados durante uma avaliação de riscos bem feita. Com a possibilidade de identificar rapidamente o que causa a queda no desempenho do funcionário, fica mais fácil ter uma visão estratégica do que ameaça a apresentação de resultados positivos mensais.

Controle de custos operacionais

Uma empresa que não prioriza a organização financeira perde uma série de oportunidades no mercado e ainda limita a experiência dos clientes. Diante disso, ao elaborar a gestão de risco, o controle de gastos deve ser uma das prioridades já que ninguém é capaz de afirmar quando uma emergência pode surgir.

Imagine só se um funcionário sofre uma acidente e o carro precisa ser reparado! Esse tipo de situação exige soluções rápidas para evitar baixas no cronograma de trabalho. Na prática, a lição que fica é a importância de calcular os imprevistos que demandam gastos e construir uma reserva que não comprometa o operacional.

2. Conheça os benefícios da gestão de riscos

O ponto-chave para conseguir resultados positivos está em compreender que a gestão de riscos funciona como um complemento das normas regulamentadoras integradas as leis trabalhistas. Além de priorizar a estrutura corporativa, o principal objetivo dessa análise também está em preservar a empresa de modo geral.

Isso inclui, é claro, a satisfação do time de colaboradores. Portanto, ao ter uma atenção especial com as condições de trabalho, o gerenciamento pode se tornar um excelente aliado tanto em produtividade quanto no relacionamento entre ambas as partes.

O segredo está em proporcionar a segurança necessária para que todos desempenhem suas funções de forma confiante em um ambiente harmonioso. Com isso, você abre um canal de comunicação eficiente que revela muito sobre os potenciais problemas que os motoristas enfrentam na rotina.

Tenha em mente que mais do que uma obrigação da gestão, eliminar o que possa comprometer o processo operacional garante as melhores condições que diminuem as chances de descuidos ao volante ou problemas de relacionamento entre os funcionários.

Redução de prejuízos

Dentro de uma empresa, a forma como você enxerga os problemas diz muito sobre o sucesso do trabalho no mercado. Quando existe um amplo conhecimento em relação às dificuldades que ameaçam o operacional, os próprios gestores tendem a se tornarem mais confiantes.

A razão disso está em usar as falhas como uma espécie de laboratório na hora de solucionar questões que representam prejuízos. Tudo gira em torno de olhar o copo meio cheio ou meio vazio. Em uma situação como essa, claramente, se destaca em relação a concorrência quem apresenta um uma percepção mais positiva e estratégica em cada crise.

Otimização de processos

Os efeitos positivos da gestão de riscos na logística são fundamentais na busca por resultados. Saiba que conhecer a fundo todos os perigos que cercam seu negócio é o primeiro passo para construir soluções inteligentes de maneira antecipada.

Ou seja, antes mesmo de ter problemas na área operacional, você já estimula o time de colaboradores a pensar de forma proativa nas dificuldades. Um bom exemplo disso são as tarefas manuais que demandam muito tempo na dinâmica de trabalho.

Ao modificar tudo o que pode ser aprimorado para aumentar a competitividade e acelerar o serviço, se torna mais simples ter uma equipe motivada, criativa nas sugestões e que atua como uma peça importante na engrenagem da empresa.

Aumento da credibilidade

Deixar de monitorar os riscos é assinar um atestado de irresponsabilidade com a saúde financeira da empresa. Na prática, saiba que você só valoriza o crescimento interno quando conhece de verdade o que pode perder.

Tendo noção disso, a credibilidade de seu negócio no mercado depende da forma como as estratégias de prevenção são traçadas. Quer um exemplo prático? Pense em um acidente com vítimas provocado por alguém da frota. Se ficar comprovado que o empregador não disponibilizou um carro seguro, a credibilidade do serviço fica em cheque instantaneamente.

Com isso, além das evidentes perdas financeiras em indenizações, a empresa corre o risco de romper contratos pela imagem prejudicada. Em alguns casos, o estrago pode ser até responsável por fechar as portas de uma vez por todas.

Esse tipo de história torna evidente o quanto o aumento da credibilidade é decisivo para manter um serviço competitivo. E nada reforça mais o compromisso e a consciência da gestão do que se manter preparado para evitar crises de segurança.

Integração de dados com transparência

Ficar por dentro de tudo o que acontece em sua empresa se mostra como uma das funções do gestor. Não importa qual seja o segmento de atuação, só é possível encontrar soluções inteligentes para os problemas quando todas as informações necessárias estão acessíveis.

Sem contar que, se cada setor atua de forma separada, os objetivos de mercado são resumidos a uma realidade distante. Com isso, a gestão de riscos pode ser um material riquíssimo no momento de promover a integração transparente em busca das melhorias que trazem avanços significativos.

Melhores soluções no mercado segmentado

Um negócio que busca evolução constante também precisa estudar sobre as novidades do segmento de atuação. A possibilidade de analisar o trabalho dos concorrentes com um olhar estratégico se transforma em uma verdadeira caixinha de ideias no momento de identificar falhas no serviço.

Isso porque você pode encontrar brechas no mercado diante das necessidades existentes e criar algo novo que se destaque como uma proposta diferente. O resultado, certamente, será um retorno de lucros ainda maior focado em melhorar a experiência final dos clientes

3. Conheça as etapas da gestão de riscos

Para que tudo aconteça conforme o esperado, a gestão de riscos precisa ser planejada de maneira organizada. Por isso, torna-se indispensável conhecer todas as etapas do processo antes de relatar as ameaças e fraquezas da empresa. Veja, abaixo, o passo a passo na hora de montar esse controle no papel:

3.1. Definição dos objetivos

O primeiro passo é definir os responsáveis por lidar com as ameaças de cada setor e fazer uma listagem dos objetivos principais da empresa. Tenha em mente que os riscos representam tudo o que impede os objetivos de serem alcançados.

Logo depois, você deve fazer uma espécie de análise SWOT com fraquezas, forças, ameaças e oportunidades do negócio em uma visão geral. Junto desses dados, precisa ser definido quais os parâmetros de gerenciamento dos riscos citados.

3.2. Identificação dos riscos

O segundo ponto envolve mapear os riscos que podem impedir que o negócio tenha sucesso na conquista dos objetivos. Nesse momento, você precisa listar cada setor e fazer uma seleção com tudo o que pode impactar negativamente o processo operacional.

O nível de gravidade deve ser dividido em escalas de macro a micro para que existam também diferentes estratégias dentro do mesmo problema. Outro ponto significativo está em detalhar as possíveis causas e consequências em longo prazo de cada evento negativo.

3.3. Mensuração

Agora é o momento de mensurar todos os acontecimentos levantados por meio do cálculo de análise de risco. O ponto de partida envolve avaliar o nível de risco bruto que corresponde ao impacto de uma ameaça sem a implementação de uma gestão de controle.

Depois é preciso se aprofundar sobre a qualidade das medidas de controle traçadas de acordo com a consequência de cada risco bruto. Com isso, surge o risco residual que sobra depois de aplicar uma medida bem-sucedida diante dos problemas. A partir dos cálculos, se desenvolve uma tabela com escalas de prioridade.

3.4. Avaliação de risco

Após mensurar os eventos de risco, chega o momento de partir para a avaliação. O processo consiste em apresentar a definição das medidas que serão implementadas quando necessário. Dentro desse contexto, os tratamentos mais indicados são aceitar, mitigar, transferir e evitar.

Alinhe em cada situação de ameaça a solução correspondente com o nível de agressividade exigido no problema. Tudo isso precisa girar em torno do detalhamento realizado ainda na primeira etapa tendo por base o nível de risco residual.

3.5. Tratamento do nível de risco

Outra questão importante é detalhar como as medidas de tratamento serão implantadas. Liste com exatidão toda a força-tarefa necessária, os prazos, funcionários responsáveis, valores e o resultado esperado. Lembre-se que os gestores de risco são os responsáveis por acompanhar essas crises de perto com foco em cumprir o cronograma documentado.

3.6. Controle e análise crítica

A etapa final do processo de gestão de riscos envolve avaliar se todas as medidas serão colocadas em prática conforme o planejado. Outra função importante é identificar quando existe a necessidade de fazer atualizações em relação às mudanças no mercado ou ao crescimento da própria frota.

Você deve vistoriar se todas as ameaças estão devidamente listadas com soluções eficientes. Pense também se as estratégias de controle barram os impactos negativos para validar todos os detalhes inseridos no documento e saber o que esperar em diferentes momentos ao administrar as incertezas.

4. Saiba quais são as habilidades necessárias ao gestor

Controlar os problemas de uma empresa exige habilidades diferenciadas no perfil do gestor. Saiba que sua postura no trabalho interfere diretamente nos resultados da equipe. Por essa razão, não deixe que o excesso de afazeres do dia a dia te impeçam de buscar melhorias.

O importante é seguir estudando sobre as peculiaridades do negócio e conhecer bem tanto os detalhes operacionais quanto o perfil dos colaboradores para tomar decisões agregadoras. Leia, a seguir, as habilidades necessárias ao exercer essa função:

Visão executora e estrategista

Uma equipe motivada costuma espelhar seu trabalho nas decisões tomadas pelo gestor. Assim, você precisa ficar sempre atento para dar um bom exemplo ao preservar uma visão executora e estrategista.

Não tenha medo de colocar a mão na massa. Em algumas situações que mostram como encarar as dificuldades de frente, aponte como isso pode ser positivo. Essa, com certeza, é a receita para encorajar a todos a pensar de modo inteligente quando necessário e a vestir a camisa da empresa.

Paixão pelo que faz

O relacionamento do empresário com seu negócio deve ir muito além do retorno de lucros. Diante desse cenário, uma das melhores qualidades na gestão é a paixão pelo trabalho e um propósito bem definido.

Ver a satisfação dos clientes e a contribuição para a sociedade, de modo geral, aumenta a autoestima por mostrar a força de tirar uma ideia do papel conforme o seu esforço.

Inteligência emocional

Por mais que você invista em um planejamento detalhado, torna-se necessário reconhecer que nem sempre as coisas acontecem a favor da sua empresa. Diante disso, identificar os momentos certos para tomar decisões importantes, como pressionar os funcionários ou assinar um novo contrato, se mostra um verdadeiro divisor de águas no sucesso do cargo.

Postura inovadora

Ser um gestor com pensamento estagnado é a receita perfeita para perder dinheiro. Ao se acomodar, você acaba fechando os olhos para soluções inovadoras que são determinantes no posicionamento da empresa no mercado. Em função disso, pense fora da caixa com a intenção de investir em tudo que pode otimizar o processo operacional e agregar valor ao serviço.

5. Veja como aplicar a gestão de riscos na frota da empresa

As multas de trânsito costumam se tornar uma verdadeira bola de neve quando não recebem a atenção correta da gestão. O motivo é que o acúmulo de débitos nesse setor causa danos em áreas essenciais na entrega de um bom trabalho.

Por exemplo, ao arcar com os gastos extras relacionados aos descuidos dos motoristas, existe a possibilidade de faltar dinheiro para comprar materiais básicos na rotina operacional.

Diante desse cenário negativo, a avaliação dos riscos atua como uma forma de calcular a necessidade de encontrar soluções capazes de reduzir os custos e, ao mesmo tempo, conscientizar os funcionários sobre a importância de priorizar segurança ao volante.

Monitoramento dinâmico

Como já citamos anteriormente, ao colocar colaboradores da frota nas ruas, a responsabilidade por qualquer tipo de acidente é da empresa. Sendo assim, todos esses riscos devem ser acompanhados de perto com a intenção de preservar a imagem no mercado, a eficiência operacional e a integridade de todos.

Uma boa solução, nesse caso, é contar com a ajuda de uma plataforma de monitoramento de multas e documentos veiculares. Ao ter esses dados em mãos, você consegue mensurar quais condutores cometem mais infrações para criar políticas educativas que evitam desdobramentos graves em momentos de crise.

Outra vantagem significativa está em saber com precisão quais são as ameaças mais frequentes na frota conforme locais e tipos de multas que mais se repetem. Como resultado, os indicadores de performance fornecidos pelo acompanhamento tecnológico da plataforma se tornam fundamentais na eliminação de riscos eminentes que priorizam a saúde financeira e otimização do serviço.

Agora você já sabe o que é a gestão de riscos e como aplicá-la em sua empresa. O grande diferencial está em priorizar esse tipo de controle como referência no momento de encarar as incertezas do cenário corporativo. Com base em informações precisas, se torna muito mais simples ter a inteligência emocional necessária para tomar decisões importantes e evitar que problemas interfiram na qualidade do trabalho.

Gostou das informações deste artigo? Então leia o nosso texto que aprofunda como uma plataforma de multas e pontuação de condutores ajuda a sua empresa!

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