Manutenção corretiva: saiba quando ela é recomendada - XMultas Blog

Um dos maiores pesadelos de motoristas e gestores de frotas é se deparar com um defeito inesperado no veículo. Muitas vezes, a falta de revisões resulta em carros parados por muito tempo, com consertos mais caros. São em casos como esse que a manutenção corretiva é necessária.

Embora indesejados, reparos emergenciais são essenciais para evitar que os veículos fiquem inutilizáveis e também para impedir acidentes sérios. Para te ajudar no assunto, explicamos neste artigo tudo sobre manutenção corretiva, inclusive formas de poupar. Confira!

O que é a manutenção corretiva? 

Um pneu furado, pane no motor ou falha nos freios são defeitos que exigem manutenção corretiva. Isso porque este é o tipo de reparo não previsto, que acontece sem planejamento prévio feito para corrigir avarias que impedem o veículo de rodar.

Essa manutenção consiste então na troca de peças que quebraram, desgastaram, falharam ou que impediram o funcionamento do motor, seja por pane em um único elemento ou em vários. Ela é recomendada, por exemplo, quando há problemas de:

  • bateria;
  • superaquecimento de motores;
  • dano nos amortecedores e molas;
  • falha de balanceamento;
  • marchas arranhando;
  • consumo anormal de combustível. 

No caso das frotas, defeitos como esses são perigosos e representam grandes riscos para os motoristas, pedestres e para empresa no geral. Isso porque, além dos perigos para a vida, veículos parados provocam atrasos nas entregas, descumprimentos de contratos, clientes insatisfeitos e, claro, prejuízos!

É possível economizar? 

Sim! Embora a manutenção corretiva aconteça, geralmente, sem aviso prévio, é possível baratear seu custo. É que algumas panes não acontecem do nada. Motoristas conseguem identificar barulhos diferentes, comandos imprecisos, ou até mesmo a perda de potência do carro.

Em casos como esses, a dica é: não postergue. Às vezes são muitas entregas para fazer e ainda tem a falta de tempo e dinheiro, mas saiba que a probabilidade do prejuízo ser maior depois de uma pane é bem superior.

Ou seja, há ocasiões em que ela pode ser minimamente planejada, quando a falha percebida não compromete de imediato o funcionamento do carro. Nessa situação o conserto fica mais em conta porque você tem algum tempo para pesquisar preços de peças e mão de obra, por exemplo.

Na verdade, é justamente o caráter emergencial que torna a manutenção corretiva tão cara. É que com a frota danificada e sem rodar, gestores acabam tendo que resolver o problema imediatamente e da forma mais rápida, não a mais barata.

É claro que há momentos em que prever um dano é impossível, e não uma questão de falta de planejamento, como em acidentes. Entretanto, há formas de evitar ao máximo gastos desse tipo e é disso que vamos falar abaixo.

Como evitar a manutenção corretiva? 

A melhor forma de poupar dinheiro com os consertos de emergência é fazendo um bom planejamento de manutenção. Assim como os humanos, os veículos também precisam de exames periódicos que verifiquem se tudo está bem. E quando há defeitos, se identificados precocemente, os prejuízos são reduzidos.

As manutenções preventivas e preditivas também existem com essa finalidade. A primeira é feita periodicamente mesmo que falhas não sejam percebidas com a intenção de identificá-las antes de um defeito maior.

Já a segunda tem o mesmo objetivo, mas acontece de forma personalizada, com base em uma metodologia que analisa o estado particular de cada carro. A partir do estudo de dados sobre o veículo, as revisões são mais precisas.

A manutenção corretiva é um recurso extremamente importante para a gestão das frotas em caso de avarias inesperadas, embora seja mais onerosa. Para contornar os altos custos, é essencial não ignorar pequenos defeitos e ter um planejamento de revisão.

Você já precisou de manutenções corretivas para resolver grandes imprevistos? Faça um comentário neste post e compartilhe sua experiência conosco!

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