Mortalidade das empresas: 4 dicas para evitar a falência do seu negócio - XMultas Blog

Não é novidade para ninguém que a taxa de mortalidade das empresas costuma ser bem alta e, por isso, é um assunto que tira o sono de muito gestor. A preocupação é compreensível: segundo uma pesquisa do IBGE, cerca de 60% dos empreendimentos fecham as portas nos cinco primeiros anos de existência.

São inúmeros os fatores que levam o negócio ao fracasso, como falta de planejamento, gastos excessivos, inexperiência e até mesmo má administração. Por isso, a grande pergunta é: como evitar a falência de uma empresa?

Se essa questão traz dores de cabeça para você, não pode deixar de conferir este artigo. Separamos quatro dicas poderosas para que o seu negócio decole de vez. Ficou curioso? Confira!

1. Faça um plano de negócios

Quando alguém abre uma empresa, é normal ficar empolgado com as milhares de ideias que se passam pela cabeça. Naquele momento, tudo faz sentido e a sensação é de estar pronto para os desafios. Mas, tenha cautela! Documentar todas as propostas em um plano de negócios é essencial.

Esse é um dos documentos mais importantes do projeto porque deixa registrado questões como orçamentos, propostas, missão, objetivos, metas, análise da concorrência, estudo de finanças etc. Grosso modo, esse é um caderno de SOS, que deve ser consultado em momentos importantes de tomada de decisão.

Engana-se quem pensa que um plano de negócios só é necessário para as empresas recém-criadas. Corporações de renome também precisam do plano para ter uma visão sistêmica das atividades, buscar soluções, inspirações e acompanhar sua evolução.

É importante frisar que o plano deve ser atualizado conforme as mudanças da companhia, sejam elas boas ou não. Caso a empresa entre no vermelho, por exemplo, ações devem ser voltadas para reverter a situação. Agora, se uma meta for batida, é o momento de traçar novos objetivos.

Além da importância para o controle interno, esse documento também é útil para buscar investidores, sócios e parceiros porque registra com clareza aspectos de curto, médio e longo prazo, além de contar com um histórico. Tudo bem que, assim como você imagina, preparar o próprio plano é trabalhoso, mas o esforço compensa!

2. Fique atento às leis trabalhistas

Outro aspecto que influencia bastante na mortalidade das empresas são os processos trabalhista. É por isso que todas as questões contratuais e empregatícias devem estar claras e alinhadas entre gestores e empregados.

Um contrato mal formulado, com questões ambíguas ou pontos confusos dão margem para contestações por parte dos funcionários que podem causar um grande desequilíbrio financeiro. Por isso, ter a ajuda de um profissional e seguir com seriedade as leis trabalhistas é muito importante. Assim, você mantém seu investimento seguro e também demonstra para a equipe o quanto é comprometido e correto.

Do mesmo modo, os contratos com os fornecedores também merecem atenção. Leia atentamente todos os documentos que estabeleçam prestação de serviço ou compra de produtos e tenha certeza que nenhum ponto passou despercebido. Além disso, tire todas as dúvidas e negocie cláusulas que não concorda.

3. Anteveja situações que podem levar à mortalidade das empresas

Cuidar de um empreendimento requer uma série de habilidades, mas uma das mais importantes delas é ter uma visão ampla sobre o negócio. Isso inclui ser capaz de entender a situação atual da companhia, mas, principalmente, conseguir antever situações de risco.

De fato, prever os problemas é a principal forma de adiantar a solução ou até mesmo impedir a adversidade. Ter o controle de todos os processos, vendas e negociações é importante por isso. Assim, qualquer eventualidade já deve estar prevista nos contratos e também no plano do negócio, seguido de uma ação de reparação.

No fim das contas, esse pensamento é típico de alguém que pensa como um empresário, o que é extremamente necessário para o sucesso de qualquer empreendimento. O fato é que qualquer um tem competência para abrir uma companhia. Mas, para assumir a gestão, infelizmente, nem sempre.

Sem dúvidas, se tornar um líder requer diversas mudanças pessoais e técnicas. Um gestor deve começar a pensar como empresa e não como uma pessoa física. Só assim é possível separar os objetivos pessoais dos interesses da companhia, lidar com os stakeholders, avaliar situações e tomar decisões acertadas.

A boa notícia é que toda habilidade pode ser potencializada e treinada com o passar do tempo. Um gestor deve ser capaz de avaliar seu próprio desempenho para identificar quais pontos devem ser aperfeiçoados. Afinal, a boa administração da empresa está diretamente ligada ao seu sucesso.

4. Conheça e reduza todos os custos não estratégicos

Nem é preciso citar que o principal fator responsável pelo fracasso de um estabelecimento são as contas no vermelho. Quando os valores de saída são superiores aos de entrada e você não tem mais lucro, algo está muito errado — seja pela falta de vendas ou pelos altos custos.

Para contornar essa situação, é necessário reduzir custos não estratégicos o quanto antes. Ou seja, cortar os gastos que não otimizam o serviço e evitar desperdícios. Mas, atenção! De nada adianta despedir mão de obra que é fundamental para o trabalho ou deixar de monitorar partes das atividades com o intuito de economizar se, na verdade, isso trará mais prejuízos pela falta de controle.

Um exemplo para as empresas que possuem frota é o controle de multas de trânsito. À primeira vista, esse aspecto pode parecer menos importante, mas se uma análise realista for feita, será percebido que as infrações representam um grande gasto que pode acarretar na falência do negócio.

No entanto, é possível economizar sem abrir mão do monitoramento de infrações. A solução é contar com uma plataforma de gestão de multas de trânsito e documentos veiculares, que poupa o trabalho de grandes equipes, evita a perda de prazos e, claro, proporcionar muita economia no médio a longo prazo.

Viu como é possível evitar a falência do negócio? Não existe segredo milagroso, a solução para garantir o sucesso do empreendimento é ter um bom plano de negócios, cumprir as leis trabalhistas, adotar uma mentalidade de líder e cortar gastos desnecessários. Lembre-se ainda de checar os custos realmente dispensáveis para não causar ainda mais prejuízos.

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