Segurança no trânsito: seu guia completo! - XMultas Blog

Segurança no trânsito é, a princípio, um conceito fácil de compreender. Trata-se da educação e do bom senso aplicados nas idas e vindas cotidianas — seja você um pedestre, ciclista, motociclista ou motorista.

Acontece que recentes estatísticas denunciam o descaso com a aplicação de tal conceito: a Organização Mundial de Saúde (OMS) informa que 1,3 milhão de pessoas são vítimas de imprudências no trânsito todos os anos. 

Além disso, o Brasil ranqueia na quinta colocação entre os países com o maior número de óbitos no trânsito. O dado é corroborado pelo Ministério da Saúde: em 2015, foram 37.306 vítimas e 204 mil feridos, seja por meio de infrações leves ou graves. Números alarmantes, não?

Isso destaca o fato inegável de que as boas práticas de segurança no trânsito devem ser continuamente disseminadas para a população. Assim, elaboramos este post, no qual vamos fazer um apanhado geral e completo sobre o assunto. Confira!

 

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O que é segurança no trânsito?

Dirigir com segurança significa comportar-se de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, mas não apenas isso: envolve práticas inteligentes, visando a própria integridade e também a de todos ao seu redor.

Vale lembrar a máxima de que o “maior” deve sempre respeitar o “menor” e que todos devem respeitar as mesmas regras. No caso, o pedestre é o elo mais frágil dos elementos que compõem a totalidade de um tráfego.

Podemos apontar, então, algumas características em comum às pessoas que promovem mais segurança no trânsito:

  • prudência;

  • respeito às regras de trânsito;

  • respeito ao próximo;

  • gentileza;

  • educação.

A seguir, trabalharemos como essas qualidades são distribuídas em boas práticas no trânsito para pedestres, ciclistas, motociclistas e condutores de automóveis.

Segurança no trânsito para pedestres

Dados de 2015 apontavam que 44 pedestres, em média, morriam todos os dias no Brasil. O perigo, portanto, é real e cabe bastante aos envolvidos — pedestres e motoristas — a redução desse alarmante cenário.

Para os pedestres, atenção redobrada é fundamental. A seguir também apontaremos algumas outras dicas para reduzir os índices de acidentes no trânsito envolvendo-os, como:

  • a orientação deve vir desde cedo para as crianças, tomando-as pela mão ao atravessar as ruas;

  • olhe para os dois lados da via antes de atravessá-la, mesmo que seja de mão única — especialmente em cruzamentos;

  • em qualquer situação, atravesse sempre na faixa de pedestres;

  • caminhe pela calçada e não pelas ruas;

  • atravesse apenas quando o semáforo de pedestre estiver verde;

  • em locais com passarelas, use-as — mesmo que o caminho seja mais longo do que simplesmente atravessar a via;

  • dê o exemplo: crianças adotam os hábitos que observam dos adultos responsáveis.

São orientações simples e fáceis de serem seguidas, não é mesmo? Com o tempo, tais práticas são rapidamente absorvidas em nossos hábitos diários.

Segurança no trânsito para ciclistas

A mobilidade urbana tem apontado para o uso crescente de alternativas sustentáveis e flexíveis para encarar o tráfego cotidiano. A bicicleta se tornou uma das principais — entre 2004 e 2014, dobrou o seu uso como meio de transporte no país.

Esse aumento exponencial, entretanto, deve ser lidado com cuidado. Afinal, a novidade interfere diretamente nos hábitos dos condutores e, por isso, os ciclistas devem tomar as devidas precauções em seus trajetos diários.

Entre as principais medidas para promover a segurança no trânsito para ciclistas, destacamos as seguintes:

  • invista em acessórios de iluminação para a bicicleta, facilitando a visualização do ciclista à noite ou em vias pouco iluminadas;

  • o uso do equipamento de segurança (capacete, óculos e luvas) é fundamental para minimizar o risco de acidentes;

  • não transite na contramão, pois o risco e a gravidade de um acidente são maiores;

  • atenção aos carros estacionados nas ruas, pois uma porta repentinamente aberta pode ser de grande risco para todos;

  • para promover a segurança no trânsito, ciclistas podem andar sempre à direita nas vias, procurando manter a distância segura de 1,5 metro dos carros ao redor;

  • sinalize, com as mãos, suas intenções no trânsito para que os motoristas prevejam seus movimentos;

  • prefira sempre o uso de ciclovias;

  • respeite os códigos de trânsito (como a sinalização e os semáforos);

  • dê a preferência para os pedestres nas calçadas e não pedale nelas; diante da necessidade, desmonte e leve a bicicleta ao lado, como um pedestre.

Motivos para seguir as dicas acima não faltam. Especialmente porque os ciclistas e os motoristas devem seguir diversos artigos do Código de Trânsito Brasileiro. Entre eles:

Art. 58: nas vias urbanas e nas rurais de pista dupla, a circulação de bicicletas deverá ocorrer — quando não houver ciclovia, ciclofaixa ou acostamento, ou quando não for possível a utilização destes — nos bordos da pista de rolamento, no mesmo sentido de circulação regulamentado para a via, com preferência sobre os veículos automotores;

Art. 59: desde que autorizado e devidamente sinalizado pelo órgão ou entidade com circunscrição sobre a via, será permitida a circulação de bicicletas nos passeios;

Art. 201: deixar de guardar a distância lateral de um metro e cinquenta centímetros ao passar ou ultrapassar bicicleta: infração média. Penalidade: multa;

Art. 255: conduzir bicicleta em passeios onde não seja permitida a circulação desta, ou de forma agressiva, em desacordo com o disposto no parágrafo único do art. 59. Infração média; penalidade: multa, medida administrativa — remoção da bicicleta, mediante recibo para o pagamento da multa.

Vale lembrar que a bicicleta é considerada um veículo menor e, por isso, o ciclista deve ter muita atenção ao transitar entre veículos maiores.

Segurança no trânsito para motociclistas

A dica anterior vale também para os motociclistas, cuja previsão é de que, até 2020, a frota componha um terço dos veículos em trânsito no país. O registro de acidentes envolvendo condutores de veículos sobre duas rodas também é proporcionalmente elevado.

Daí a necessidade em observar algumas boas práticas de segurança no trânsito, como as destacadas abaixo:

  • sinalize, sempre, todas as suas intenções para manter os motoristas avisados de suas manobras;

  • evite ou redobre a atenção ao guiar nas filas entre veículos, pois o menor acidente em velocidades elevadas pode causar grandes problemas;

  • mantenha uma distância segura do veículo à frente, pois isso oferece maior tempo de resposta caso ocorra um acidente;

  • evite ultrapassagens com a pista molhada, em curvas e em faixas contínuas;

  • é proibido, por lei, pilotar sob a influência de drogas ou álcool;

  • deixe a moto devidamente sinalizada ao dirigir à noite.

O motociclista deve também respeitar o Código de Trânsito Brasileiro, o que inclui a atenção ao uso de equipamentos de segurança.

O uso dos equipamentos de proteção para motociclistas

Tão importante quanto exigido por lei, o equipamento de segurança é o equivalente — com suas devidas proporções — a um cinto de segurança para o motorista. O primeiro deles é o capacete. O capacete aberto, que expõe o rosto, não é adequado para absorver impactos fortes.

O modelo fechado (popularmente conhecido como Robocop) é o mais indicado para uso urbano. É importante analisar também o conforto sentido ao vesti-lo. O capacete deve estar justo e possuir uma viseira ampla para não limitar a visão do motociclista, além de contar com ventilações frontal e traseira para agregar mais segurança e conforto ao usuário.

Outros equipamentos de segurança que não podem faltar, entre seus pertences, ao tirar a moto da garagem:

Óculos escuros

Pode parecer exagero, mas os óculos escuros, por trás do capacete, permitem boa visibilidade contra a luz do sol. Além disso, são fundamentais para evitar o contato de objetos na direção dos olhos — de insetos desavisados a pedras projetadas pelo movimento dos carros ao redor.

Calçados adequados

As partes do corpo mais próximas ao solo são os pés e os calcanhares. Por isso, protegê-los é uma necessidade da qual nem todos os motociclistas se atentam.

Na impossibilidade de adquirir botas reforçadas, use ao menos calçados confortáveis, firmes nos pés e resistentes. Diante de qualquer imprevisto, o motociclista instintivamente usa os pés para se equilibrar e gerar apoio.

Jaquetas e calças

No costumeiro calor brasileiro, o uso de jaquetas parece absurdo, mas é de grande auxílio na proteção do condutor. Além disso, existem modelos acessíveis, como jaquetas de cordura, que contam com entradas de ventilação.

Os impermeáveis também são valiosos para os motociclistas que fazem uso diário desse meio de transporte e não querem chegar encharcados em seus destinos — algo que vale também para as calças reforçadas e exclusivas dos motociclistas.

Essas peças de vestimenta, vale apontar, têm sido amplamente confeccionadas visando não apenas o conforto dos usuários, mas também a segurança deles. Em geral, são feitas em materiais resistentes, que trazem mais segurança no trânsito.

Luvas

Outras extremidades do corpo que merecem ser protegidas são as mãos. Anteriormente, comentamos o cuidado a ser tomado em transitar entre veículos — um dos motivos é a proximidade com os espelhos retrovisores dos automóveis.

Como as mãos devem estar firmes nas manoplas, um simples impacto com outros objetos pode causar graves acidentes. Assim, as luvas ajudam a proteger os membros do corpo, além de garantir conforto no manuseio das manoplas — em longos trajetos, as palmas das mãos podem sentir desconfortos diversos sem o uso desse equipamento de segurança.

Bagageiro

Muitos pensam na dificuldade em sair de casa, todos os dias, com uma verdadeira bagagem de equipamentos de segurança. Para isso — e tantas outras utilidades — um bagageiro é essencial.

Ele não precisa ser, necessariamente, um daqueles vistosos baús instalados na traseira das motocicletas. Existem mochilas especiais que garantem conforto, comodidade e até mesmo proteção aos motociclistas, já que podem ser utilizadas nas costas ou devidamente fixadas no peito.

Segurança no trânsito para motoristas

Por fim, chegamos ao “maior veículo” deste especial sobre segurança no trânsito: os automóveis, cuja frota nacional é proporcional a 1 veículo para cada 4 habitantes.

Essa demanda também corresponde em grande número aos acidentes de trânsito ocorridos no país. Por isso, é justo dizer que os condutores de carros são aqueles que devem trafegar com o máximo de cuidado — promovendo a sua segurança e daqueles em seu entorno.

Dessa maneira, neste tópico vamos tratar de 4 questões, que são diretamente responsáveis pelo alto número de acidentes de trânsito: o respeito às exigências do Código de Trânsito Brasileiro, a importância do cinto de segurança, o limite de velocidade e o cuidado com a manutenção veicular (cujo descuido pode render a aplicação de multas ao condutor).

Além disso, na sequência também trataremos de um tópico especial sobre o uso de aparelhos celulares ao volante. Acompanhe!

Dicas para transitar em segurança de acordo com o código de trânsito

Os motoristas são responsáveis pela sua integridade e também dos pedestres, motociclistas e outros condutores. Por isso, o respeito às leis de trânsito é crucial — além da prudência, do respeito e da gentileza com o próximo, que podem minimizar significativamente as estatísticas de acidentes no trânsito.

Entre algumas medidas interessantes, experimente reduzir a velocidade ao se aproximar de cruzamentos e da faixa de pedestres — mesmo com o sinal aberto.

Trata-se de uma simples atitude, mas com enorme potencial de orientar todo o tráfego ao redor. Isso vale também para a sinalização — que já comentamos ter a mesma relevância para os motociclistas, ciclistas e também os pedestres.

Outras dicas que reunimos para que você contribua gradativamente com mais segurança no trânsito:

  • ao sair de estacionamentos, postos de combustível e garagens, entre outros, olhe nas duas direções para certificar-se de que não há pedestres pedindo passagem;

  • crianças com até 7 anos de idade devem usar os respectivos equipamentos de proteção a bordo — como o bebê conforto, as cadeirinhas especiais e os assentos de elevação, entre outros;

  • respeite o pedestre, sempre;

  • dirigir sob a influência de álcool ou drogas é proibido por lei e aumenta consideravelmente o risco de acidentes, já que temos o tempo de reação reduzido em 25% quando estamos embriagados.

Agora que estabelecemos as orientações básicas sobre segurança no trânsito para motoristas, vamos ao próximo assunto: o cinto de segurança.

A importância do cinto de segurança

Principal responsável pela redução de acidentes graves no trânsito, o uso do cinto de segurança é obrigatório por lei, segundo o Art. 65 do Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9503/97).

Motivos para isso existem — e falaremos a respeito deles adiante. Por enquanto, adiantaremos que o uso desse acessório é importante também para passageiros — inclusive, gestantes e crianças (que sempre devem estar no banco de trás, inclusive).

Afinal, a principal função do cinto de segurança é evitar que, caso ocorra alguma colisão, os ocupantes tenham os seus corpos projetados contra o volante, o para-brisas ou mesmo o painel do veículo.

Pense, também, no perigo que representa um passageiro no banco traseiro sem os cintos de segurança fixados. Em uma colisão frontal em alta velocidade, eles são jogados com força para o banco dianteiro, colocando em risco o motorista e o passageiro ao lado.

Não confie em mitos, como a falsa segurança de se segurar no volante. A força que temos nos braços permite que consigamos nos apoiar sobre o mesmo em impactos de até 10 km/h.

Vale entender, também, a gravidade de uma colisão para os ocupantes do veículo: caso o acidente ocorra com um carro a 50 km/h, por exemplo, as pessoas são projetadas na mesma velocidade do impacto. Imagine isso em uma rodovia, onde os limites de velocidade chegam a até 120 km/h no Brasil?

Para que você analise também os benefícios em usar o cinto de segurança, coletamos alguns dados:

  • as chances de não se machucar, em um acidente, são 4 vezes maiores usando o cinto de segurança;

  • aproximadamente 80% dos acidentes com vítimas fatais — em veículos com mais de 2 ocupantes — seriam evitados se todos estivessem com o cinto de segurança;

  • impactos em objetos fixos a uma velocidade média de 60km/h é equivalente a uma queda livre de 14 metros de altura. Com apenas 20 km/h a mais, a proporção é equiparada a uma queda de 25 metros de altura;

  • 40% das mortes em acidentes de trânsito são decorrentes do contato do corpo contra o para-brisas ou o painel do carro;

  • Os cintos de segurança são projetados para pessoas com, ao menos, 1,40 metro. Daí a importância em usar equipamentos adequados para crianças.

Como é possível perceber, muitos desses dados são referentes à velocidade dos veículos. O que nos leva ao tópico seguinte. Veja!

Limites de velocidade

Os limites de velocidade não existem para atrasar o nosso tempo de chegada quando estamos apressados: são medidas preventivas para gerar mais segurança no trânsito. Eles são estabelecidos por meio de cálculos que levam em consideração o asfalto, o tráfego de pedestres e animais e a acentuação das curvas, entre outros fatores.

Até por isso, encontramos diferentes sinalizações a respeito dos limites de velocidade no Brasil. Em geral, eles são estabelecidos assim:

  • 30 km/h: vias locais;

  • 40 km/h: vias coletoras;

  • 60 km/h: vias arteriais;

  • 80 km/h: vias de trânsito;

  • 110 a 120 km/h: rodovias com pista dupla para automóveis, camionetas e motocicletas — e de 90 km/h para outros tipos de veículos.

Se você precisa de mais motivos para seguir os limites estabelecidos, entenda que o tempo de reação do cérebro é de 1 segundo, pelo menos. Em uma velocidade de 80 km/h, o carro pode deslizar por até 22 metros, na pista seca, até frear completamente. Acima desse limite, o tempo de resposta e de frenagem pode ser determinante para evitar um acidente.

Vale, ainda, apelar para o orçamento doméstico: a aplicação de multas para quem pisa fundo e descontroladamente no acelerador pode ser bem pesada, de acordo com o percentual de velocidade excedido. Segundo o Detran, os valores variam de R$ 130,16 a R$ 880,41.

Manutenção do veículo

A manutenção de carros deve ser uma preocupação periódica para o condutor. Afinal, a ausência desse tipo de serviço preventivo pode aumentar o número de congestionamentos — com carros parados inesperadamente nas vias — e também de acidentes.

Convém, portanto, atentar-se à verificação dos itens do veículo. É uma medida cautelar, mas igualmente relevante para promover mais segurança no trânsito — sem falar no alívio que pode trazer ao seu bolso.

A manutenção identifica possíveis problemas aos quais os carros estão sujeitos. O ajuste ou a substituição de peças antecipadamente evita que o conserto saia mais caro mais tarde.

Cuidado com o uso de celulares

Hoje em dia, é difícil se afastar do celular. Até existe um termo para aqueles que usam o aparelho compulsivamente: nomofobia. Com isso, esse advento tecnológico tão conveniente, versátil e funcional pode se tornar um perigo para os motoristas — e todos ao redor. Isso influenciou sua restrição de uso no artigo 252 do Código de Trânsito Brasileiro.

Por isso, o uso de celular ao volante se tornou uma preocupação constante para as pessoas — a ponto de termos ótimas alternativas para não perdermos a praticidade em contar com o uso do aparelho enquanto guiamos aos nossos destinos, como o Bluetooth.

Afinal, muitos modelos automotivos permitem a conexão do aparelho celular ao painel do veículo via Bluetooth, tornando o carro em uma verdadeira central multimídia. Além disso, os aplicativos de GPS, altamente populares, podem ser ativados por comandos de voz. Assim, o condutor não desvia a atenção do tráfego ao redor enquanto se orienta.

Fique de olho nas normas de trânsito

Todos estamos sujeitos a uma série de riscos ao tirar o carro da garagem. Minimizar esses perigos condiz com o conhecimento que o condutor possui a respeito das normas de trânsito. Estude-as, conheça as leis que compõem o Código de Trânsito Brasileiro e pratique as dicas que trouxemos ao longo deste artigo.

Assim, você pode fazer parte de uma transformação positiva para a segurança no trânsito e estimular o próximo a fazer o mesmo. Outro ponto que pode ajudar a deixar você em dia com as principais normas de trânsito e por dentro de outras dicas e orientações — como as que trouxemos ao longo deste post — é ficar sempre atento às nossas novidades.

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